Este estudo de caso acadêmico, realizado por Adreson Vilson Vita de Sá em 2026 para a PUCRS, investiga como designers de produtos digitais integram a Inteligência Artificial (IA) em seus fluxos de trabalho. A pesquisa utiliza um questionário quantitativo e qualitativo aplicado a uma equipe de tecnologia para mapear o conhecimento técnico, as ferramentas mais utilizadas e as percepções éticas dos profissionais. O texto aborda tópicos fundamentais como LLMs, redes neurais e o impacto da IA Generativa na originalidade e nos direitos autorais dentro do design gráfico e de experiência do usuário (UX). Os resultados preliminares revelam um grupo de profissionais experientes que adota a tecnologia de forma autodidata e cautelosa, buscando otimizar processos sem substituir a empatia humana. Por fim, o autor propõe a criação de trilhas de aprendizado para reduzir a lacuna entre a experiência prática em design e o domínio estratégico das novas ferramentas automatizadas.
CONCLUSÕES
O estudo de caso teve como objetivo, analisar e descrever a percepção, o posicionamento e o uso de ferramentas de Inteligência Artificial por uma equipe de designers em uma empresa de tecnologia.
A pesquisa mostra que a comunidade de design está em processo de adaptação à IA, reconhecendo seus benefícios, mas mantendo cautela sobre suas limitações e implicações éticas. Alinhando-se à perspectiva de Nielsen (2023), o papel do designer neste contexto, é transferido da execução operacional para uma articulação estratégica, reafirmando que a tecnologia exige uso crítico e eticamente responsável.
Neste trabalho, nem todas as ferramentas existentes foram mencionadas, algumas foram lançadas posteriormente à elaboração deste estudo, como é o exemplo do Nano Banana, lançado pela Google em novembro de 2025. A velocidade e a quantidade de ferramentas que surgem ou trocam de nome acabam dificultando o levantamento na área de Inteligência Artificial de forma abrangente.







